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Porque envelhecemos?

A - Síntese da Proteína errônea - A informação genética é armazenada no DNA que se encontra no núcleo de todas as células. Ela é transmitida ao RNA -m que aos ribossomos (situados no citoplasma) recebe e ajuda o RNA-t, que acabam por represar aminoácidos na célula. Nestes diferentes processos podem ocorrer erros, que como consequência está a síntese de proteínas defeituosas.

A.1 - Teoria da mutação - aberrações cromossômicas no fígado de acordo com o aumento da idade. Consequentemente haveria também nos outros órgãos (CURTIS, 1968).

A. 2 - Teoria dos mecanismos de reparação - distúrbios no mecanismo de reparação do DNA que são reparadas por enzimas especiais. Com o aumento da idade há dificuldade nessa reparação e consequentemente distúrbios na síntese de proteínas e, portanto, o envelhecimento. (STREHLER,1976).

A. 3 - Teoria dos erros - erros na síntese de proteínas e consequentemente diminuição da atividade celular (SINEX E MEDVEDEV, 1975)

A. 4 - Teoria da restrição das matrizes celulares - leitura incompleta do código e, portanto, distúrbios na síntese de proteínas (STREHLER, 1980).

A. 5 - Teoria das catástrofes dos erros - erros nas funções celulares fundamentais (ORGEL, 1979).

A. 6 - Teoria dos radicais livres - as reações dos radicais livres originam entre outros, alterações das propriedades da membrana. "Radicais químicos resultantes das reações metabólicas que tem grande avidez por oxigênio formando moléculas que interferem na permeabilidade celular dificultando a renovação metabólica intracelular" (HARMAN, 1973).

A. 7 - Teoria do Bloqueio do DNA através das Histonas - com o aumento da idade há um maior aparecimento de histonas (proteínas básicas), levando assim a uma dificuldade na desespiralização do DNA e consequentemente prejuízo na síntese protéica. (HAHN, 1971).

A. 8 - Teoria do entrelaçamento transversal das macromoléculas - dificuldade para o RNA-m ler o código levando a erros na síntese de proteína em função dos entrelaçamentos transversais e paralisações do DNA (VERZAR, 1962).

B - Envelhecimento Geneticamente Determinado

B. 1 - Hipótese do relógio do envelhecimento - os diversos relógios existentes nos diversos sistemas, como também os seus programas estão expostos a influência internas e externas que podem acelerar ou retardar seu desenvolvimento (EVERITT, 1973).

B. 2 - Hipótese da morte programada - o relógio biológico que age periodicamente sobre o sistema endócrino. Erros no sistema imunológicos e circulatório são responsáveis pelo fato de ocorrerem doenças fatais (DENCKLA, 1975).

B. 3 - Hipótese de programa de Kanungo - admite a programação do crescimento, maturação, diferenciação e envelhecimento, através de genes que regulam cada fase da vida. A velocidade do programa pode se alterar não só através de modificação dos genes "produtores"", mas também por meio de transformações dos genes "integradores"ou "reprodutores"(KANUNGO, 1982).

B. 4 - Teoria de Cutler - o envelhecimento relacionado com a evolução. Admite que 3 parâmetros - expectativa de vida máxima, quo-/ ciente de encefalização (densidade de neurônios no SNC) e consumo máximo de energia, crescem constantemente no desenvolvimento da raça. Segundo Culter, o envelhecimento deve ser interpretado como um jogo mútuo destes mecanismos que asseguram a vida (CUTLER, 1982).

B. 5 - Fenômeno de Hayflick - atividade mitótica (divisão celular) dos fibroblastos permitem uma expectativa de vida no homem de 110 anos (HAYFLICK, 1974).

C - Teorias que partem de distúrbios no sistema imunológico ou influências adaptadas através de acontecimentos do meio ambiente.

C. 1 - Teoria da autoimunização - com a idade o organismo perde sua autoimunidade e assim são formados auto-anticorpos que agridem os próprios tecidos. A consequência é o envelhecimento (THEIMAR, 1973).

C. 2 - Teoria do estresse - a sequência física da reação do estresse é a seguinte - fase de alarme, fase de resistência e fase de esgotamento. A teoria se baseia no relacionamento da fase de esgotamento com o envelhecimento, que se caracteriza por uma diminuição da resistência (SELLY, 1976).

C. 3 - Teoria da Adaptação-Regulação - relaciona as alterações programadas com os distúrbios do aparelho genético e com as influências adaptativas através dos acontecimentos do meio ambiente. Alterações primárias nos genes reguladores causam uma reorganização quantitativa e qualitativa da síntese de proteínas, levando a um prejuízo na função da célula e de sua atividade e com isso a distúrbios do metabolismo todo (FROLKIS, 1975)

Fonte:

<http://www.saudeemmovimento.com.br/conteudos/conteudo_frame.asp?cod_noticia=99>